A investigação da saúde nos censos demográficos do Brasil*

Gabriel Borges, OLAC

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Os estudos demográficos têm diversas interações com o setor saúde, tendo sob perspectiva a população como sujeito e objeto da atenção à saúde. Censos demográficos constituem-se na mais importante fonte de informação demográfica de um país, contendo diversos temas que podem ser utilizados no planejamento e avaliação de ações em saúde.

Por definição, os censos cobrem todo o território nacional, devendo visitar a totalidade dos domicílios e obter informação de todos os indivíduos residentes no país, fazendo da abrangência e desagregação regional a sua principal riqueza. Além disso, alguns subgrupos populacionais somente podem ser identificados com precisão em operações censitárias. Parte do questionário dos censos demográficos brasileiros é coletada por amostragem, processo que tem sido adotado desde o Censo 1960. O tamanho da amostra de um censo é, contudo, significativamente maior do que o de qualquer outra pesquisa domiciliar. Uma das principais limitações dos censos diz respeito à sua periodicidade. Por ser uma operação complexa e dispendiosa, os censos demográficos brasileiros ocorrem, tradicionalmente, a cada 10 anos. Além disso, a entrevista dos censos deve se dar de maneira rápida, o que limita a quantidade e complexidade das perguntas, ainda que os censos brasileiros figurem entre os que possuem os questionários mais extensos.

As principais informações fornecidas pelos censos demográficos brasileiros relacionadas à saúde são: distribuição da população por sexo e idade; quesitos que permitem a mensuração da mortalidade e fecundidade através de técnicas demográficas indiretas; existência de registro de nascimento; pessoas com deficiência; indicadores demográficos e socioeconômicos que atuam como determinantes e condicionantes em saúde.

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Los censos de la ronda 2020: potencialidades y desafíos frente a los Objetivos de Desarrollo Sostenible y al Consenso de Montevideo en el marco de la Agenda 2030

Este seminario realizado en Panamá, entre el 22 y 24 de noviembre de 2016, estuvo organizado por CEPAL, CEA y UNFPA y su objetivo fue analizar los alcances y desafíos de los censos de población y vivienda de América Latina con miras a la ronda 2020 y el seguimiento coordinado de los indicadores de la Agenda 2030 y del Consenso de Montevideo.

Acceda al programa y la nota conceptual a través del siguiente link.

Los censos en tiempos de guerra… o paz

por: B. Piedad Urdinola

Nadie duda de las bondades de los censos de población y de su necesidad para el diseño de políticas públicas, que cubran al total de los habitantes de un país incluyendo, por supuesto, a minorías étnicas, grupos de edad sin representantes políticos, minorías religiosas o raciales. Tampoco se pone en duda la excelente labor que realizan la gran mayoría de los institutos oficiales de estadística encargados de llevar a cabo estos operativos, que resultan ser los más engorrosos y de mayor envergadura, dentro de todos los operativos estadísticos. Precisamente en este texto, quiero resaltar la importancia de la independencia política con la que se realizan los censos de población modernos y sobretodo el gran respeto que existe, y espero se mantenga, a la llamada confidencialidad estadística, es decir, la garantía que dan los productores de los censos de población para que sea imposible identificar individuos u hogares de ciertas características a partir del acceso a los microdatos censales o a la publicación de datos agregados.

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Censos e “Big Data”: fontes concorrentes ou complementares?

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Marden Campos, OLAC

A grande novidade dos estudos demográficos nos últimos anos é a utilização de bases de dados virtuais como fonte de informação. Oriundos da internet e do sistema de telefonia –  informações de redes sociais digitais, acesso a sites, chamadas telefônicas, mensagens eletrônicas, servidores de email, dentre outros –, essas grandes bases de dados (“big data”) entraram de vez na lista de fontes que os estudiosos de população lançam mão para estudar o comportamento reprodutivo, o padrão de doenças, a mobilidade espacial, dentre outros aspectos relacionados à dinâmica populacional.  Exemplos disso são a criação de um grupo de trabalho global sobre big data na divisão de estatística das nações unidas , o painel científico da União Internacional para o Estudo Científico de População (IUSSP) sobre Big Data and Population Processes  e a presença de oficinas de trabalho e de uma mesa redonda sobre Web and Social Media for Demographic Research no congresso conjunto da Associação Latinoamericana de População (ALAP) e Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP) realizado no último mês de outubro . Além disso, o tema é central para os debates que ocorrem o neste blog , para o qual buscamos contribuir um pouco mais. Sigue leyendo

Livro do IBGE mostra as transformações na produção dos indicadores sociais

Os Censos Demográficos são importantes fontes de informações para a produção de indicadores sociais, o que se deve, basicamente, às suas especificidades que estão relacionadas à maior cobertura geográfica, permitindo a captação de informações – geralmente relacionadas a grupos específicos – difíceis de serem obtidas pelas pesquisas domiciliares por amostra. Possibilita, além disso, que indicadores sejam produzidos em níveis territoriais menores, oferendo oportunidade de conhecimento das condições de vida da população dessas localidades, viabilizando, com isso, a implementação de políticas públicas.

No momento em que os países que fazem parte do sistema ONU discutem as estratégias de produção dos indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) os Censos Demográficos surgem como uma importante fonte de informações direcionada principalmente para a obtenção de indicadores que necessitam de desagregação por grupos que serão os principais alvos de políticas públicas, como as mulheres, indígenas, pessoas com deficiência, dentre outros.

Com o objetivo de contribuir para sistematizar a produção dos inpanoramadicadores sociais, levando em consideração as recomendações internacionais e a experiência dos institutos nacionais de estatística, o IBGE lança a publicação Panorama Nacional e Internacional da Produção de Indicadores Sociais, que integra a coleção Estudos e Análises: Informação Demográfica e Socioeconômica. Organizada pelo gerente de Indicadores Sociais, André Simões, e pela pesquisadora Betina Fresneda, o livro aborda, em cinco capítulos, a produção de estatísticas sobre educação, famílias, direito à moradia, padrão de vida e distribuição de renda e trabalho.

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OLAC en el VII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Población

OLAC participó del VII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Población (ALAP)- XX Encontro Nacional de Estudos Populacionais (ABEP), que se realizó en Foz de Iguazú en Octubre del 2016.

Los miembros participaron en distintas actividades del congreso con presentaciones y Mesas Redondas19c24492-d758-448b-a0f7-ee9bd7585f00 así como también en el pre-evento. Además de la presentación de ponencias y la coordinación de mesas se organizó una Mesa Redonda sobre Censos de Población, con especial énfasis en el 2020, año censal. Con un concurrido público, fue coordinada por Nicolás Sacco y organizada junto a Gabriel Borges y Mathías Nathan, con la participación de miembros del CELADE, UNFPA, IBGE, la Universidad de California, Berkeley y el ENCE-IBGE. Sigue leyendo

Censos de población en América Latina: lecciones aprendidas y recomendaciones para la ronda 2020

El VII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Población (ALAP) y XX Encontro Nacional de Estudos Populacionais (ABEP), se celebrará en la ciudad de Foz do Iguaçu (Brasil), entre el 17 y 22 de octubre de 2016. El tema central del evento es “La unidad y la diversidad de los procesos demográficos: desafíos de política para América Latina y el Caribe en una perspectiva comparativa internacional”.

Allí miembros de OLAC organizan una Mesa Redonda sobre la Ronda de Censos 2020, con participación de integrantes del CELADE, IBGE, ENCE, UNFPA y la Universidad de California, Berkeley. Será llevaba a cabo el  viernes 21/10 de 16:45 a 18:15 hs. Esperamos contar con la presencia de los asistentes.

Para más detalles haga click aquí.

 

Trudeau no es Turnbull

(Fracasos Censales y Legitimidad Política)

Byron Villacis

I.

La cultura estadística de un país no está relacionada con su nivel de desarrollo. Canadá (36 millones de habitantes, 9no IDH más alto del mundo) acaba de ejecutar el censo de población “más exitoso de su historia”, con una participación ciudadana que recibió tanto apoyo que se volvió viral a nivel mundial. Fue tan intensa la euforia de los canadienses al colaborar con su censo que la página web para cargar los datos colapsó el primer día.

En el otro lado de la moneda está Australia (24 millones de habitantes, 2do IDH más alto del mundo), que con un sorpresivo fracaso ha encontrado en el censo del 2016 una de las peores pesadillas de sus autoridades políticas. Fue tan compleja la situación que se combinaron fallas tecnológicas, hackers atacando el sistema de registro, campañas para no responder el cuestionario, cuestionamientos a la privacidad en el manejo de los datos y críticas al liderazgo político del director del censo y hasta del primer ministro. No hubo que esperar mucho para declarar este censo “el peor de la historia”. El fracaso censal generó tanto malestar que se volvió un asunto político y de queja general.

Si ambos países son desarrollados, ¿que hizo que la ejecución de un censo de población reciba respaldo ciudadano y el otro no? Después de analizar la experiencia Canadiense y Australiana, bosquejo cinco elementos jerarquizados para discutir cuál puede ser la raíz de esta diferencia. Enlisto en orden inverso de importancia.[1] Sigue leyendo

Sobre las irregularidades detectadas en el Censo 2010 de Argentina

Por Nicolás Sacco

En un comunicado de prensa reciente, el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC) denunció ante la justicia manipulación en el censo 2010. El presunto delito radica en la supuesta réplica de registros de personas en la base de datos definitiva del Censo 2010, hasta el momento, de unas 400.000 personas, que implica aproximadamente el 1% de la población definitiva informada.

La situación de la producción de estadísticas públicas es de fundamental relevancia en la coyuntura política de Argentina. Por ejemplo, en una reciente entrevista el actual presidente Macri se refirió a la situación institucional del INDEC como “el peor o una de las peores” realidades con la cual tuvo que lidiar su gobierno desde que entró en funciones.

A raíz de este hecho y dado el clima institucional que se vivió en el INDEC durante, al menos, los últimos diez años, diversas voces se alzaron impugnado el proceso censal (una búsqueda por Twitter con las palabras clave @censos e #INDEC lo acredita, sobre todo el día de salida de la gacetilla de prensa y su réplica en distintos medios de comunicación -15-7-2016 y siguientes).

En este post se hace una lectura de esta situación, teniendo en cuenta parte de los procesos de producción de información estadística haciendo uso de algunas de las ideas elaboradas por Emigh et. al  (2016) , que rImagen 1emiten al análisis de la interacción entre el estado y la sociedad en la producción censal.

Fuente: Emight et. al (2016).

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