Evolução dos municípios brasileiros mais populosos

Marcio Mitsuo Minamiguchi, IBGE

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O IBGE divulgou no dia 28/08/2019 as estimativas da população dos municípios brasileiros para 2019.

O gráfico acima representa os 20 municípios mais populosos do Brasil a partir do ano 1900, até 2019. As populações são oriundas dos Censos Demográficos e das Estimativas de População de 2019 do IBGE. As populações dos períodos intercensitários e após 2010 foram obtidas através de interpolação linear. Sigue leyendo

Memorias Demográficas II: José Alberto Magno de Carvalho

Segunda entrega del proyecto Memorias Demográficas. En esta caso, nos juntamos con José Alberto Magno de Carvalho. Brasil, Minas Gerais, pasamos por Dinamarca, las dinámicas migratorias, política, historia, la producción de datos, y también, de café y manteca. Y, obviamente conversamos sobre los censos de población, tema de amplio debate hoy en día en Brasil.

Realizada en junio de 2018,  una versión parcial de la entrevista fue publicada en la RELAP de la Asociación Latinoamericana de Población (ALAP), con el título “Se a gente não puder ser ponte, pelo menos que não seja dinamite”. Desde OLAC compartimos la versión completa.

Entrevista a José Alberto Magno de Carvalho

por Marcela Cuervo y Nicolás Sacco

José Alberto Magno de Carvalho es un Economista y Demógrafo brasilero, docente e investigador de la Universidad Federal de Minas Gerais (UFMG) y profesor emérito. Aunque se ha jubilado, continúa actuando en el Departamento de Pos Graduación en Demografía del Centro de Desarrollo y Planificación Regional (CEDEPLAR), del cual fue fundador en 1967 y director por varios años. Fue Director Ejecutivo del Instituto de Investigaciones Económicas, Administrativas y Contables de Minas Gerais (IPEAD). Director de la Facultad de Ciencias Económicas, FACE – Gestión 1990-1994 y 2006-2010. Presidente de la Unión Internacional para el Estudio de la Población (IUSSP) 1997-2001. Socio-Fundador de la Asociación Brasileña de Estudios Poblacionales ABEP y su Presidente entre 1978 y 1982.  Miembro de la Comisión Nacional de Población y Desarrollo (CNPD).

Esta es una presentación sintética de nuestro entrevistado que trae informaciones precisas pero no justifica su compleja trayectoria. Esperamos que por medio de esta conversación y de las reflexiones que suscita logremos establecer nuevos diálogos e iniciativas para el campo de la investigación social en nuestros países. Sigue leyendo

O que podemos aprender com as avaliações recentes do Censo 2018 da Colômbia?

por Gabriel Borges

No dia 4 de julho de 2019, o DANE (Departamento Administrativo Nacional de Estadistica) divulgou os resultados do Censo 2018 da Colômbia. Tal censo enfrentou diversos problemas, que se refletiram no seu alto grau de omissão (8,5%). A discussão em torno da divulgação dos resultados do censo colombiano traz elementos importantes para o debate do Censo brasileiro de 2020. Sigue leyendo

Brasil debate a pleno su censo de población

por Nicolás Sacco, OLAC

Durante las últimas semanas se ha dado un intenso debate alrededor de los preparativos del próximo censo demográfico en Brasil, en principio a realizarse en el año 2020. Redes sociales, medios de prensa, listas de e-mail, publicaciones y otros canales de comunicación, han estado mostrando la diversidad de opiniones y perspectivas alrededor del operativo censal.

La discusión se centra por su financiamiento, en un contexto de cambio estructural de la economía brasilera, pero también por su contenido. Esta situación llevó al despido de directivos contrarios a los ajustes presupuestarios. En su lugar, Eduardo Rios-Neto, profesor emérito de la UFMG (1), asumirá el desafiante rol de Director de Investigación del IBGE.

No sólo se están evaluando las posibilidades de restringir el monto total de asignaciones sino que además la intención es modificar conceptos (acortar cuestionario en cierto tipo de preguntas, por ejemplo). Ambas objetivos no siempre van de la mano. La Asociación Brasilera de Estudios de Población (Abep) ha incorporado dentro de su página un sitio web exclusivo donde recopila la mayor parte de esos debates.

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Are Fertility Differentials Converging in Argentina and Brazil?

by Nicolás Sacco & Gabriel Borges

Using census data from Argentina and Brazil, in this post we summarize trends in fertility differentials by region, education and socio-occupational group in these countries, for the last decades, assessing the hypothesis of convergence. Results show no evidence that fertility consistently converges for all variables analyzed. There are important differences in the trends between the two countries and according to the variables for which the hypothesis is assessed. Sigue leyendo

¿Es relevante incorporar la medición de la mortalidad en los censos de América Latina y el Caribe?

Bernardo L. Queiroz y Nicolás Sacco

CEDEPLAR y OLAC 

Dentro del combo de sugerencias de las Naciones Unidas para los censos de población, se encuentran aquellas propuestas que remiten a la inclusión de la dimensión de mortalidad, tanto infantil como también adulta. En resumidas cuentas, dos argumentos contrapuestos se utilizan en torno a la incorporación, o no, de su medición en las fuentes censales. Por un lado, los que señalan que únicamente deberían emplearse en aquellos países que cuentan con estadísticas vitales de dudosa calidad y/o de poca cobertura; por el otro, en cambio, los que sostienen que su introducción en los censos de población permitiría la ampliación del conocimiento acumulado sobre mortalidad que se deriva de las estadísticas vitales, independientemente de su cobertura y/o calidad, gracias a un mayor número de características socio-económicas relevadas en simultáneo y la amplia cobertura geográfica.

Centrándonos en la medición de la mortalidad para todas las edades en base a datos de registros vitales y censales, el objetivo de este post es ampliar los argumentos, tanto a favor como en contra, de estos puntos de vista, mostrar la experiencia reciente al respecto en América Latina y el Caribe para, por último, proponer recomendaciones en base al análisis realizado, con el foco puesto en la próxima ronda censal. Sigue leyendo

A investigação da saúde nos censos demográficos do Brasil*

Gabriel Borges, OLAC

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Os estudos demográficos têm diversas interações com o setor saúde, tendo sob perspectiva a população como sujeito e objeto da atenção à saúde. Censos demográficos constituem-se na mais importante fonte de informação demográfica de um país, contendo diversos temas que podem ser utilizados no planejamento e avaliação de ações em saúde.

Por definição, os censos cobrem todo o território nacional, devendo visitar a totalidade dos domicílios e obter informação de todos os indivíduos residentes no país, fazendo da abrangência e desagregação regional a sua principal riqueza. Além disso, alguns subgrupos populacionais somente podem ser identificados com precisão em operações censitárias. Parte do questionário dos censos demográficos brasileiros é coletada por amostragem, processo que tem sido adotado desde o Censo 1960. O tamanho da amostra de um censo é, contudo, significativamente maior do que o de qualquer outra pesquisa domiciliar. Uma das principais limitações dos censos diz respeito à sua periodicidade. Por ser uma operação complexa e dispendiosa, os censos demográficos brasileiros ocorrem, tradicionalmente, a cada 10 anos. Além disso, a entrevista dos censos deve se dar de maneira rápida, o que limita a quantidade e complexidade das perguntas, ainda que os censos brasileiros figurem entre os que possuem os questionários mais extensos.

As principais informações fornecidas pelos censos demográficos brasileiros relacionadas à saúde são: distribuição da população por sexo e idade; quesitos que permitem a mensuração da mortalidade e fecundidade através de técnicas demográficas indiretas; existência de registro de nascimento; pessoas com deficiência; indicadores demográficos e socioeconômicos que atuam como determinantes e condicionantes em saúde.

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Censos e “Big Data”: fontes concorrentes ou complementares?

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Marden Campos, OLAC

A grande novidade dos estudos demográficos nos últimos anos é a utilização de bases de dados virtuais como fonte de informação. Oriundos da internet e do sistema de telefonia –  informações de redes sociais digitais, acesso a sites, chamadas telefônicas, mensagens eletrônicas, servidores de email, dentre outros –, essas grandes bases de dados (“big data”) entraram de vez na lista de fontes que os estudiosos de população lançam mão para estudar o comportamento reprodutivo, o padrão de doenças, a mobilidade espacial, dentre outros aspectos relacionados à dinâmica populacional.  Exemplos disso são a criação de um grupo de trabalho global sobre big data na divisão de estatística das nações unidas , o painel científico da União Internacional para o Estudo Científico de População (IUSSP) sobre Big Data and Population Processes  e a presença de oficinas de trabalho e de uma mesa redonda sobre Web and Social Media for Demographic Research no congresso conjunto da Associação Latinoamericana de População (ALAP) e Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP) realizado no último mês de outubro . Além disso, o tema é central para os debates que ocorrem o neste blog , para o qual buscamos contribuir um pouco mais. Sigue leyendo

Livro do IBGE mostra as transformações na produção dos indicadores sociais

Os Censos Demográficos são importantes fontes de informações para a produção de indicadores sociais, o que se deve, basicamente, às suas especificidades que estão relacionadas à maior cobertura geográfica, permitindo a captação de informações – geralmente relacionadas a grupos específicos – difíceis de serem obtidas pelas pesquisas domiciliares por amostra. Possibilita, além disso, que indicadores sejam produzidos em níveis territoriais menores, oferendo oportunidade de conhecimento das condições de vida da população dessas localidades, viabilizando, com isso, a implementação de políticas públicas.

No momento em que os países que fazem parte do sistema ONU discutem as estratégias de produção dos indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) os Censos Demográficos surgem como uma importante fonte de informações direcionada principalmente para a obtenção de indicadores que necessitam de desagregação por grupos que serão os principais alvos de políticas públicas, como as mulheres, indígenas, pessoas com deficiência, dentre outros.

Com o objetivo de contribuir para sistematizar a produção dos inpanoramadicadores sociais, levando em consideração as recomendações internacionais e a experiência dos institutos nacionais de estatística, o IBGE lança a publicação Panorama Nacional e Internacional da Produção de Indicadores Sociais, que integra a coleção Estudos e Análises: Informação Demográfica e Socioeconômica. Organizada pelo gerente de Indicadores Sociais, André Simões, e pela pesquisadora Betina Fresneda, o livro aborda, em cinco capítulos, a produção de estatísticas sobre educação, famílias, direito à moradia, padrão de vida e distribuição de renda e trabalho.

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¿Se acabaron los conteos intercensales de población en Latinoamérica? ¿Qué hacer ahora?

Gabriel Borges, OLAC

Los Censos de Población y Vivienda en Latinoamérica, a pesar de la irregularidad con que se han llevado a cabo, normalmente ocurren con una periodicidad de cerca de diez años.

La necesidad de contar con informaciones sociodemográficas actualizadas en el periodo intercensal hizo que algunos países adoptaran los conteos de población.

Los conteos son operaciones semejantes a los censos, pero tienden a ser más simples y tener un cuestionario más corto, una vez que un número reducido de preguntas es suficiente para responder a sus principales objetivos, que es actualizar las proyecciones y estimaciones de población, así como los datos sobre el tamaño,mexico-brasil la composición y la distribución territorial de la población.

Además de ofrecer esos datos demográficos actualizados, los conteos pueden servir también para proporcionar informaciones temáticas específicas donde no hay registros administrativos de calidad. Los conteos tienen la ventaja de ser una operación universal, proveyendo información a niveles más desagregados que los obtenidos desde las encuestas por muestreo.

Este artículo describe y compara las experiencias de Brasil y México en la realización de los conteos en las décadas de 1990 y 2000, y las estrategias adoptadas en la década de 2010. Sigue leyendo